Você morreria por um estranho?

Atualizado: Set 24



Pense na seguinte situação: alguém que escolheu todos os dias colocar a própria vida em risco por pessoas que não conhece e ainda assim ser julgado de forma preconceituosa por essas mesmas pessoas.


É com essa motivação que surgiu o projeto “Segunda Pele - O preço da ordem”. Afinal, quando você observa um policial na rua, já se perguntou qual o peso daquela farda? O quanto custa para ele e seus familiares enfrentarem a violência para que tenhamos paz?


A verdade é que para manter a ordem e a sociedade livre da crueldade do crime, o preço que se paga é o sacrifício da própria rotina, pois a violência nem sempre fica onde tem que estar.


Normalmente, séries policiais tratam somente do lado negativo do Policial e das Corporações. As corrupções em suas diversas formas e proximidades com o crime organizado, etc. Não é o que você vai encontrar em Segunda Pele.


Toda a trama se passa em torno da vida do Sargento Gael e de sua esposa Meire, também sargento da polícia militar mineira. Em meio a perseguições em velocidade, a morte de um companheiro de trabalho, a prisão de um menor vingativo e grande um assalto a banco, eles precisam lidar com temas delicados como as ameaças que os militares e os familiares recebem de criminosos, o estresse causado após ocorrências onde há risco de vida, a perda de colegas de farda em serviço e questões de maternidade e paternidade, gerando uma trajetória de amadurecimento, sobrevivência e autoconhecimento para os personagens.



Na foto, da esquerda para direita, o produtor executivo Humberto C. Rezende, o Coronel Gilmar Luciano Diretor da Diretoria de Comunicação Organizacional da PMMG - DCO, o Capitão Cristiano Araújo chefe do Núcleo de Multimídia da DCO e o diretor Guto Aeraphe com o roteiro da série em mãos.



A intenção é mostrar com a maior realidade possível a vida destes policiais, por isso o roteiro foi escrito em parceria com a Polícia Militar de Minas Gerais e baseado em histórias reais vividas pelos policiais que estão todos os dias enfrentando a dura rotina das ruas. Além disso, a Polícia Militar de Minas irá participar durante todo o processo, com treinamento dos atores e suporte à produção.


Por trás das telas, estão o diretor Guto Aeraphe e o Produtor Executivo Humberto C. Rezende, ambos com larga experiência em produções onde o tema principal é a cultura militar.


“Recebemos uma missão de contar uma boa história e tocar o coração das pessoas com aquilo que vale a pena, ao mesmo tempo, entregar um bom entretenimento ao espectador." – Afirma Humberto.

O resultado de tudo isto é uma trama ágil, com personagens densos, dentro de um universo onde cada espectador irá se emocionar e vibrar com os dramas representados na tela. Isso porque o projeto foi desenvolvido como um produto digital, com sua narrativa pensada, desenvolvida e construída por meio de ferramentas de design thinking e gameficação, criando personagens com forte identificação com as personas traçadas, de forma a atender aos anseios dos espectadores modernos, equilibrando os hábitos de consumo, dores e desejos, com a história apresentada.


“O que fez realizar esta série foi que o foco, é o ser humano. ” – Conclui o diretor.




Nesta primeira temporada, serão seis episódios com vinte minutos de duração cada. Mas as possibilidades não se esgotam por aqui. O projeto faz parte de uma grande franquia onde será aberto espaço para as outras forças policiais, como as Tropas Especializadas, Polícia Rodoviária, Polícia Ambiental, etc. Além é claro de produtos licenciados relacionados ao tema.

A série estará disponível para diversas plataformas, com formatações para Streaming, TV e cinema, seja em formato de série ou longa-metragem.

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